Como esterilizar sua esponja

Coisa que eu não gosto nem de olhar na casa dos outros é a esponja na pia. Aquela velha história: o que os olhos não veem (sem acento) o coração não sente.

É raro encontrar uma esponja em bom estado nas pias deste mundo. Na verdade o normal, pelo que tenho observado há anos, é elas serem usadas até se desintegrarem. Como se fosse uma coisa muito cara que precisa ser aproveitada até as últimas circunstâncias.

Dois lugares que eu confio de olho fechadíssimo: minha casa e a casa da minha prima Lu! (Oi Lu!) Só ela troca a esponja tantas vezes quanto eu.

Bom, mesmo trocando a bichinha pelo menos uma vez na semana, gosto de dar uma esterilizada nela para ter certeza de que está tudo certo. Ainda mais porque eu acabo usando também para limpar a bancada na maioria das vezes.

Desde pequena eu via as pessoas jogando água fervente na pia e na esponja (coisa de roça?), mas tem um jeito muito mais genial de fazer isso: basta colocá-la bem cheia de água em um prato e levar ao microondas por 1 minuto, em potência alta mesmo (normal).

Tcha-rã!

Cuidado na hora de tirar ela de lá porque a água vai estar muito quente dentro dela e você pode se queimar. Deixe esfriar.

Tem muita gente que coloca a esponja na lavadora de louças, mas atenção: muitas dessas máquinas não alcançam uma temperatura suficiente para esterilizar.

E aí? Vamos dar um trato nessa esponja xexelenta?

Mostre isso pro mundo:

Quem escreve

Criei este blog em 2007 como quem não quer nada e ele se tornou a melhor coisa que já fiz na vida! Aqui eu compartilho tudo o que sei sobre culinária, conto minhas histórias e ajudo quem precisa das primeiras lições na cozinha.

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  • Juba

    Deixei mais tempo… queimei a esponja e o microondas. Pior que não é a primeira vez 🙁 Nem sei se vou consertar o aparelho de novo.

    Tenho pensado na bucha vegetal… pode ser fervida, pode ficar de molho em solução de cloro… só é mais feinha

  • Pri de Paula

    Também sou dessas que não gosta de uma esponja se desfazendo na pia…rsrs, mas faço a troca dela de acordo com a frequência de uso. Como moro sozinha e fico pouco em casa, acabo não tendo tanta louça para lavar, daí a troca se estende a 15 dias ou até um pouco mais. Quando ela começa a ficar um pouco gasta eu não a jogo no lixo (como já li nos comentários, pensando em prolongar a vida útil das coisas) e ela vai para o tanque para ser utilizada na limpeza da casa…limpeza dos banheiros, vidros ou alguma sujeirinha mais resistente no chão. Acho que assim dá para não deixá-la tanto tempo na pia sem descartá-la…mantendo sua utilidade na limpeza! 🙂

  • Ruana

    ai, encontrei alguem que tb não gosta de fazer a esponja de “estimação” 🙂

  • Camila S

    Olá Vanessa,
    conheci recentemente seu blog e gostei muito. Mas assim como o Tiago, queria comentar esse post.
    Inicialmente, realmente é necessário trocar tanto assim de esponja? As bactérias estão por aí em todos os lugares, o tempo todo e não necessariamente causam doenças. Aliás existe um equillíbrio bem delicado entre nós e a bactérias: precisamos de várias delas para viver 😉
    Segundo, eu não sei se você realmente quis dizer “esterilizar”. Esterilizar é um processo super complicado e quando realizado através do calor (acho que é essa a idéia que você usou) existe um tempo mínimo segundo a temperatura atingida (por exemplo, um autoclave fica cerca de 15 minutos em uma temperatura de cerca de 120 graus C). Se combinado com agentes químicos (tipo formaldeido) esse tempo pode ser menor. Do jeito que você faz, você seleciona as bactérias mais resistentes ao calor, como antibiótico mal utilizado 😉
    Enfim, acho que é isso. Gostaria de receber um feedback, por favor, nem que seja para saber que você comprou um autoclave.
    beijos

  • Rafael

    Mas virxe, uma por semana?

    Acho que vou ter que jogar fora a de casa então que nem me lembro quando foi trocada, mas ainda tá bem aprumadinha!

  • ótima dica! eu ainda fazia igual na roça…

  • Tiago S.

    Não se ofenda com a crítica, por favor, gosto muito e o blog já me socorreu muito. Mas as bactérias, vamos dizer, que estão na esponja, causam assombro e preocupação aos microbiologistas. Da mesma forma que as escovas de dente no banheiro. Temos que ser um pouco mais normais e se importar menos com esse “problema” que no fundo no fundo, nosso organismo tira de letra e se bobear até gosta.

    A outra é na questão ambiental. Que tal prolongar a vida útil das coisas, não pelo seu custo, mas por reduzir os resíduos gerados. Na verdade o fato de muitas coisas serem tão baratas, causam o espanto nas pessoas pelo preço baixo, mas ninguém para pra pensar na matéria prima que é consumida aos montes pra baratear o preço.

    Bem o vídeo é antigo, mas nunca canso de assistir e é uma boa dose para deixar agente mais sóbrio em relação ao mundo: A história das coisas http://www.youtube.com/watch?v=ZpkxCpxKilI

    Abs.